Todas nós temos um dragão adormecido dentro de si, ora ou outra ele desperta. A grande questão é observar quando isto irá acontecer para que nenhum estrago aconteça. O fato é que temos uma parte luz (lucidez) e uma parte sombra (nossa parte animal propriamente dita).

As mulheres tem uma tendência natural de sofrer ainda mais por questões hormonais e ambientais, os ciclos menstruais são uma prova evidente do que estou falando.

Se isto é um fato, então o que devemos fazer em situações de alto estresse?

Os 7 passos são:

1 - Vá para um canto, se não houver possibilidade no momento, desligue sua cabeça do ambiente externo, foque nas batidas do seu coração.


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"Se você não pode mudar seu destino, mude sua atitude!"
Amy Tan

Neste artigo vou abordar a importância da ação, a ideia é que no final da leitura, você tenha uma atividade para colocar em prática para alcançar um passo rumo ao seu poder pessoal e força. E ter mais atitude nas coisas que deseja.

Houve uma época na minha vida que tinha muita dificuldade em colocar em prática determinadas coisas que gostaria, um exemplo foi que cheguei a ter obesidade tipo 1 e não conseguia nem cruzar as pernas. No fundo eu sabia que eu precisava perder peso, mas não conseguia. E naquele período trabalhava muito, inclusive no que não gostava, mas eu precisava passar por aquela situação, para compreender no futuro o que entendo hoje.


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O poder pessoal é fundamental na vida de qualquer pessoa, pois sem ele, não se consegue dar um passo sem tropeçar e cair. Entenda tropeçar e cair: Momentos de estagnação, dor ou angústia.

Geralmente quando se delega o poder a alguém perdemos força.
E como identificar quando isto acontece?
Geralmente ocorre quando deixamos nossa vida nas mãos de terceiros, seja afetivamente ou na preocupação do que os outros acham ou deixam de achar a respeito de nossa vida e atitude.
Convenhamos qual a única pessoa no mundo que sabe o que é melhor para você?
Você mesmo, claro.
As mulheres constantemente fazem isto, perdem o poder.
Principalmente com relação a vida afetiva, geralmente na fase do namoro.


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Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afetiva, a princípio, sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente. Wikipédia.
Não subestime o poder da amizade, principalmente para nós mulheres.
Busque fortalecer este elo dia a dia.

A maioria das mulheres comete um grande erro com relação a isto, geralmente quando entra em um relacionamento afetivo, ela tem a tendência em se afastar das amigas para viver intensamente a relação.
O fato é quando nos relacionamos com o parceiro, continuamos vivendo em nosso corpo certo?
O perigo está em abdicar da sua vida e começar a ter a dependência do outro, que logo percebe que a mulher se anulou para fazer a relação dar certo.

A consequência geralmente é inevitável, a mulher começa a murchar, perde o brilho o parceiro põe fim a relação.


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A dependência emocional gera muita dor, para se libertar dela é preciso muito esforço e determinação. Costumo dizer em minhas sessões, que é preciso chegar ao limite para que haja a virada. Nada vai mudar se continuarmos com as mesmas atitudes. Já dizia Albert Einstein: Insanidade é continuar fazendo as mesmas coisas e esperar resultados diferentes. A primeira coisa é chegar à conclusão da necessidade da mudança, mas para mudar qualquer coisa, antes é preciso ter o autoconhecimento. Reconhecer quais são as principais dificuldades faz parte do caminho.
Os sintomas mais comuns da dependência psicológica são:


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Caos na economia, caos na política, caos na educação, caos na saúde e caos na segurança. O que fazer perante situações tão caóticas?

Em situações de desequilíbrio, o melhor é nos equilibrarmos. Acalmar as emoções, as sensações, sentimentos e pensamentos, ficar ansioso, tenso, preocupado e inseguro não ajuda. Então o melhor caminho é procurar ficar consigo mesmo, ir para um canto e se apoiar. Reclamar, cobrar e se lamentar não resolve situação nenhuma, muito pelo contrário.

Seja seu melhor amigo, fique do seu lado. Quanto mais agitada for à situação, mais quieto fique. Comece a meditar, fazer coisas que nunca fez. O cotidiano tende a nos engolir, então pare tudo o que estiver fazendo quando o tumulto vier, não reaja no automático, pois em situações assim acabamos feridos e ferindo o outro (muitas vezes quem não tem nada haver com a história). Não fuja, apontando o dedo dizendo que é culpa do outro; tudo que está em nossa vida, nós somos responsáveis diretos por isto.


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Por Adriana Mantana

A viagem mais profunda e mais satisfatória é a que fazemos quando entramos em contato com o que somos por dentro.

Muito tem se falado em crise e tudo a nossa volta tem gerado grande insegurança, como viver em uma sociedade em que temos tantas situações caóticas, tanto na saúde, política, segurança e educação? A verdadeira segurança surge quando paramos para compreender o que sentimos, pensamos e vivemos dentro de nós, porque seja a situação que for, vamos enfrentar estando em nossa própria pele.

Não digo para ficarmos alienados com o que acontece externamente, mas a pergunta que fica é o que podemos fazer para contribuir com a nossa realidade, sociedade e país.


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Como seria o manual de instrução da mulher?

Seria no mínimo superinteressante, pense só saber como lidar com este turbilhão de emoções, pensamentos e sensações em um só livro, de preferência um manual daqueles de bolso rsrs.

Bom como este não é o caso, o que nos resta são as sensações e as emoções.

Afinal, todas nós sabemos quando não estamos bem, nisto não há dúvida.

Então meio caminho já está andado, pois sabemos como nos sentimos.

A coisa complica quando tentamos fugir; tipo fingir que não é com agente, lotar a agenda, ou comer como uma louca, brigar com todo mundo, chorar enfim tudo menos olhar para o que dói. Este manual de instrução serve para pararmos e estudar, em seguida ficar do nosso lado, não adianta pegar um chicote e se bater por não ser um ideal de mulher (não existe o ideal de mulher, só o real), somos o que somos, se aceite, se perdoe e se ame.


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Só sabemos realmente se o capitão é bom em mares turbulentos.

É fácil ter paz, equilíbrio, serenidade e amor em momentos de calmaria, complexo mesmo é quando as coisas não vão como gostaríamos que fossem daí surge certo desespero, uma intranquilidade na alma e em alguns casos muita ansiedade.

Mas o que fazer quando as coisas não vão bem? Chorar? Se lamentar? Praticar a negação?

Tudo isto pode acontecer é normal, a questão é que nada disso realmente resolve. Com isto só ganhamos mais problemas. Além disso, contar a situação para os outros, nos vitimizando, porque claro a “culpa” não é nossa, nunca, o culpado é o outro que nos maltrata, que não nos respeita. Este não é o melhor caminho.


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Um curso voltado para mulheres que estão cansadas de não compreender a sua real força e poder.
Teórico e vivencial, do primeiro ao último dia, permitindo que cada participante reencontre o seu poder, a sua força, a sua sensibilidade e sensualidade.


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