Quantas vezes não temos paciência com a nossa caminhada?

Ninguém está imune à oscilação emocional, isto é um comportamento natural de qualquer pessoa. No entanto, o que fazemos com isto é o que determina, se ficaremos bem ou não.

Em momentos de baixa, o ideal é ficarmos do nosso lado, compreender quais as nossas razões por não estarmos bem. E esta baixa vai passar, somos feitos em ondas, ora em cima ora embaixo, mas tendemos a reprimir nossa parte mais escura e só desejar a parte luz.


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O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.

É também uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo.


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A designação de inteligência emocional mais antiga remonta a Charles Darwin, que em sua obra referiu a importância da expressão emocional para a sobrevivência e adaptação. Embora as definições tradicionais de inteligência enfatizem os aspectos cognitivos, como memória e resolução de problemas, vários pesquisadores de renome no campo da inteligência estão a reconhecer a importância de aspectos não-cognitivos.
Aprender a lidar com a própria emoção é um desafio diário, no entanto, através da auto-observação é possível identificar alguns padrões de comportamento.


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